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quarta-feira, 6 de julho de 2011

DUKEN NUKEN FOR EVER

Sendo a sequência de um jogo lançado em 1996, deve ser difícil para muitas pessoas entenderem a expectativa por Duke Nukem Forever. Afinal, quem engatinhava na época hoje é quase maior de idade, provavelmente cresceu vendo jogos de tiro espetaculares, nunca teve sua partida multiplayer interrompida porque alguém tirou o telefone do gancho e nem ouviu o termo "clone de Doom".




Anunciado, cancelado, esquecido e finalmente adotado pela Gearbox Software, Duke Nukem Forever parece ser um jogo que, ironicamente, teve pouco tempo para ser finalizado. Portanto, é necessário levar em conta que este não foi um jogo feito com carinho e atenção por 15 anos, mas sim um improviso da Gearbox que bancou o projeto mesmo quando os idealizadores já não acreditavam nele.




A história é simples como deveria ser. Duke Nukem é uma espécie de ídolo global após chutar as bundas de hordas alienígenas em Duke 3D. Só que agora os ETs voltaram em busca do troco e, para indignar ainda mais o herói politicamente incorreto, estão seqüestrando todas as mulheres do planeta. É o suficiente para atiçar a ira de Duke, que equipa seu arsenal e parte para cima dos alienígenas com tudo. Só que, dessa vez, o arsenal não consiste em mais armas que os números do teclado, mas apenas duas carregadas por vez, como tornou-se padrão em jogos do século 21. Essa é só uma das muitas características modernas adotadas pelo personagem Duke, que agora deve se movimentar em busca de cobertura para evitar tiros inimigos e recarregar uma barra de energia vital batizada "Ego", que funciona como a vida em Call of Duty e outros, só que com um detalhe: o ego de Duke pode ser constantemente aumentado por interações com objetos, como sacos de pancada e máquinas de pinball.




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